História da Gravata

A gravata é um acessório utilizado por milhões de pessoas no mundo todo. Homens, em sua grande maioria.

Apesar de caracterizar as pessoas que trabalham em escritórios, lojas ou outros serviços cujo uniforme a inclua, a gravata é uma forma que a pessoa tem para expressar sua individualidade. Cada pessoa usa a gravata com uma determinada estampa, produzida com um material específico e com o nó feito de certa maneira.

Aqueles que têm conhecimento sobre este acessório elegante do nosso vestuário podem certamente levantar dados da personalidade de alguém apenas observando a gravata que este usa. Para alguns especialistas, as gravatas são uma maneira do homem expressar sua individualidade.

O homem é a gravata que usa.

A Gravata Ganha o Mundo.

Os primeiros indícios do uso de acessórios semelhantes a uma gravata datam do terceiro século A. C.. Durante algumas escavações, em 1974, foram desenterrados 7.500 corpos de guerreiros chineses. Todos tinham no pescoço um tipo de lenço, vagamente parecido com uma gravata.

No entanto, o que realmente originou o uso da gravata em larga escala em todo o mundo foi a Guerra dos Trinta Anos, que devastou a Europa durante o século XVII. Esta guerra colocou o Sagrado Império Romano contra a Aristocracia Boêmia Protestante.

Os franceses, pertencentes ao segundo grupo, tinham seu exército formado quase que inteiramente por mercenários. Dentre eles havia um grupo de guerreiros croatas, que tinham como parte da vestimenta um tipo de lenço no pescoço, semelhante ao que seriam as gravatas pouco depois. Os guerreiros franceses, então, começaram também a utilizar este adereço.

Ao fim da guerra, a aristocracia francesa, buscando assemelhar-se a seus guerreiros para conquistar a simpatia do povo, começou também a usar os lenços no pescoço.

O rei da Inglaterra, saindo de seu exílio na França, levou a seu país a nova moda. A partir daí, o uso das gravatas se espalhou por toda a Europa, ajudado pelo frio daquela região, já que aqueciam o pescoço das pessoas. Com a expansão marítima, o uso se espalhou também pelos novos continentes.

Texto extraído da internet (http://www.gravatas.com.br).





Nodo Sempice ou Four in Hand Knot


é o nó que um pai ensina ao seu filho, logo após ter-lhe ensinado a se barbear.

O nó simples adapta-se a quase todos os tipos de golas de camisa, é simples de realizar, resistente e fácil de desmanchar.

Este, como todos os outros, não é considerado bem feito se não encaixar elegantemente no āngulo formado pelo pescoço. Aconselhamos não modelar os nós para obter um triāngulo equilátero, mas sim, deixar uma leve assimetria, que dará maior elegāncia ao conjunto.

A perna maior deve se apoiar sobre o cinto e a perna menor nunca deve aparecer. Em nenhuma hipótese, deve-se enfiar a gravata dentro da calça. Uma pequena sugestão é procurar sempre obter o efeito "colher", imprimindo com o indicador um rebaixamento na perna, logo abaixo do nó.

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Nodo Picollo ou Small Knot


O nó pequeno é o mais elementar, mas não o mais comum. é o menos volumoso dos nós, simples e mais fácil de desmanchar, Não se adapta à todas as golas e à todas as gravatas. é aconselhavel para as gravatas com a forma de garrafa (gravatas com as pernas de iguais dimensões), nas quais os lados sobem eqüidistantes para o pescoço.

Mas pode ser uma ótima solução para gravatas muito largas e grossas, de modo que o nó simples ficaria muito grosso. Ao contrário deste último nó pequeno, a perna se sobrepõe uma só vez sobre a perna pequena.

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Semplice Nodo ou Double Four in Hand ou Nodus Knot


Deriva claramente do nó simples e se diferencia dele por uma dupla sobreposição da perna. O duplo enrolamento e o desenvolvimento vertical dá um resultado mais alongado do que o normal.

é muito compacto, o que garante estabilidade o dia todo. Deve ser bem apertado e combina com uma camisa de gola alongada. A perna maior deve superar a perna pequena por uns quarenta centímetros e, na hora de sobrepō-las, precisa atenção para não apertar demais, para não complicar a última passagem. Se necessário, coloque um ou dois dedos sobre o nó, depois da primeira passagem.

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Nodo Incrociato ou Nodo Brera ou Crossed Knot ou Brera Knot


Original e elegante, é mais sofisticado do que o Nodus.

Para ser digno do seu nome, o nó cruzado deve apresentar motivos cruzados muito evidentes na estampa da gravata. Como o duplo simples, este nó também não aceita gravatas muito pesadas, sendo as de formato "garrafa" as mais indicadas.

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Nodo Windsor, Scappino ou Windsor Knot


Scappino é homenagem a uma fábrica de gravatas de Tourim, que enviava pequenos encartes aos seus clientes, depois da guerra, explicando sobre o produto.

Ao contrário do que se imagina, esse nó não foi inventado pelo duque de Windsor. Ele apenas lançou a moda, nos anos 30, promovendo o nó no mundo todo, com grande sucesso. Menos de 20 anos depois, ele renegou a paternidade do nó e o desaconselhou aos amigos mais íntimos, depois de perceber que seu nó tinha se desacreditado por causa das más imitações.

Se tiverem que encher o enorme vazio de um colarinho afastado, esse nó é a melhor solução, pelo seu efeito volumoso. A gravata deve ser fina e longa, porque o Windsor precisa de 10cm ou mais pela sua dupla execução.

Este nó, pela sua forma triangular e estabilidade, continua sendo uma ótima solução.

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Half Windsor ou Mezzo Scappino ou Half Windsor


Este tipo de nó é uma alternativa entre o Windsor e o nó simples. Discreto, é indicado para os mais tímidos e menos ousados. é importante observar que nunca deve ser usado em gravata de malha, mas sim nas de seda, que se prestam mais aos nós desse tipo.

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Gravata Borboleta

Este tipo de nó que assusta qualquer um. Quem nunca tremeu ao ouvir que deverá usar esta gravata? Parece ser um bicho de sete cabeças, mas ela possui um charme todo próprio.

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